domingo, 5 de agosto de 2018

Sarau Suburbano convida Çarau do Burro e foi mil grau, Livraria Suburbano Convicto ficou lotada na tarde desse domingo.



Tradicional foto coletiva no final.



Nessa foto os autores do Selo do Burro presentes nesse especial, Sarau Suburbano convida Çarau do Burro.

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Fotos: Marilda Borges
Produção: Evandro Borges
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Ontem (domingo 5 Agosto 2018) aconteceu um encontro histórico, o Sarau Suburbano convidou o Çarau do Burro e foi pura poesia.
Casa cheia, 25 nomes só pra declamar, fora o ótimo público, fez nosso quilombo literário ficar daquele jeito.
A união entre coletivos que rolou ontem, entre SUBURBANO e BURRO, não tem volta, somos co-irmãos.
Ainda teve a participação super especial do AMOR - Arte, Movimento, Rebeldia, do Professor Eduardo Neves (com ajuda de outros) com jovens da zona norte de São Paulo, o projeto (inspirado no VOPO), é dentro de uma escola pública.
Dias assim, de poesia viva, faz a gente entender que é preciso seguir na caminhada, mesmo com tudo contra, Saraus, Slans, livros, música. É a arte que salva, ou transforma.
Agradecimento ao Daniel Minchoni e Eveline Sin que organizam o BURRO, Çarau e Selo, trouxeram as filhas gêmeas, lindas.
A todos os poetas que compareceram, em especial aos do Selo do Burro que trouxeram seus livros.
Momento lindo de se viver.
Alessandro Buzo





Daniel Minchoni e os livros do Selo do Burro



Coletivo "AMOR"



Eduardo Neves (organizador do AMOR) e Alessandro Buzo



Sempre na missão, Alessandro Buzo, escritor marginal até depois do fim.



Sarau Suburbano convida Çarau do Burro.



Paulo D´Auria



AMOR - Arte, Movimento, Rebeldia



Daniel Minchoni





Geovani Venturini



Bruno Pastore





Victor Rodrigues, Bruna Salgueiro e a pequena.



Amanda Gavazzi



Pedro Blanco



Luiza Romão







Anna Zêpa





Sergio Silva, fotojornalismo



Fernanda Senna



Daniel Minchoni e Beto Bellinatti



Jorge Esteves



Lâmia Brito



Rapa de Sapopemba



Magiu Pinheiro





Edgar





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Programação SARAU SUBURBANO no Bixiga (semanal) e SARAU SUBURBANO LITORAL NORTE (Mensal), clica no link

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AMOR - Arte, Movimento, Rebeldia. Esse é o Brasil que a gente quer, jovens fugindo da alienação.



Ontem (5 agosto 2018), o coletivo AMOR, organizado com jovens numa escola pública na zona norte, com coordenação do Professor Eduardo Neves e outros, estiveram prestigiando o Sarau Suburbano convida Sarau do Burro, na tarde do domingo.
Foi muito bom, bacana ver jovens trabalhando a poesia, fugindo do circulo vicioso.
Fora que eles são um "AMOR".
Tamo junto
Alessandro Buzo

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sábado, 4 de agosto de 2018

Meritrocacia é a PQP !

Você sabe o que significa: Meritrocacia ?
Meritocracia: predomínio numa sociedade, organização, grupo, ocupação etc. Daqueles que têm mais méritos (os mais trabalhadores, mais dedicados, mais bem dotados intelectualmente etc.).
Meritocracia é um sistema ou modelo de hierarquização e premiação baseado nos méritos pessoais de cada indivíduo.
A origem etimológica da palavra meritocracia vem do latim meritum, que significa “mérito”, unida ao sufixo grego cracía, que quer dizer “poder”. Assim, o significado literal de meritocracia seria “poder do mérito”.
De acordo com a definição “pura” da meritocracia, o processo de alavancamento profissional e social é uma consequência dos méritos individuais de cada pessoa, ou seja, dos seus esforços e dedicações.
DEFINIÇÃO DE ALESSANDRO BUZO SOBRE MERITROCACIA: Meritrocacia é a PQP !
Explico porque: - No Brasil, país racista, machista e outros istas, mérito, esforço e dedicação não definem nada.
Quando você nasce pobre na periferia, você nunca vai ser plenamente vitorioso por simples meritrocacia, salvo casos isolados.
Primeiro começa pela educação.
Quando você estuda numa escola pública, está fadado a estudar feito um louco pra ter uma oportunidade na vida, um emprego melhor.
Numa escola particular, você tem grandes chances de ser no futuro o patrão daquele pobre que se esforçou.
Já o pobre que não se esforçou deve estar preso, morto ou num emprego de merda ganhando piso salarial e aguentando patrão.
Eu nasci pobre, meu pai aos 12 anos de idade foi embora e nunca mais voltou, minha mãe era dona de casa e virou empregada doméstica.
Mas mesmo com tudo contra, o crime ali do meu lado, não virei bandido.
Virei trabalhador, sempre ganhando mal, me fodendo nos trens lotados e endividado.
Mas, graças a cultura me destaquei.
Lancei 13 livros (até aqui), organizei outros 12, fiz 2 filmes sem captar nenhum real, etc.. etc..
Mas ainda assim, apesar da visibilidade que 3 anos na maior emissora de TV do país me deu.
Nunca vou deixar de ser um periférico, favelado. Nunca vou ter as mesmas chances.
Acabo de realizar um longa metragem e isso não serve pra nada. Não parece mérito nenhum ter conseguido fazer um filme, um longa, mesmo que sem dinheiro e com qualidade.
Dificilmente você irá ver meu filme em destaque na ILUSTRADA da FOLHA ou no CADERNO 2 do ESTADÃO, em cartaz nos cinemas então, só se tiver distribuição e pra isso meritrocacia não serve de nada, precisa ter bala na agulha, ganhar festivais, etc, etc.
Nem matéria nos programas de TV que trabalhei vão fazer, 3 anos de bons serviços prestados no Programa Manos e Minas da TV Cultura e no SPTV da Globo não me dão mérito suficiente pra fazerem uma matéria bacana de um filme que realizei.
Se na esfera cultural meritrocacia não vale porra nenhuma, no capitalismo das empresas muito menos.
Não quero ser pessimista, mas percebo que é uma luta em vão, nunca vão deixar eu chegar no topo, preciso me contentar em chegar perto no máximo.
Quando vejo alguém que defende a meritrocia tenho vontade de pular em cima e cobrir de porrada.
Vejo que ainda tenho muita lenha pra queimar na cultura, na literatura, no cinema e na TV, se um dia pintar uma nova oportunidade.
Mas meu coração diz que preciso focar mais no social, transformar vidas, trabalhar com crianças carentes e dar a elas a chance de fugir do círculo vicioso.
Esse texto é um desabafo, de alguém que está cansado de ver um monte de gente com o EGO acima da causa.
Sou desprovido de EGO, sou Suburbano Convicto.
Vou lutar a partir de hoje pra unir o cultural do social.
Pretendo seguir lançando livros e fazendo filmes, se for possível. Mas vou focar mais no social.
Quem viver, verá.
Alessandro Buzo

Minha relação conturbada com grandes eventos literários.

Por: Alessandro Buzo
Escritor



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Acabou mais uma edição da FLIP em Paraty e mais uma vez eu não fui.
É que sou escritor com 14 livros publicados e nunca fui oficialmente convidado pro evento e não tenho a mínima vontade (nada contra quem tem), de ir por conta própria, vender meus livros e arrecadar bem menos do que a despesa pra ir. Ou seja, pagar pra dizer que foi.
Por isso nunca fui e provavelmente, mesmo a literatura tendo salvo (ou transformado) minha vida, nunca irei.
Mas tirando as fotos dos amigos no Face, fazendo inveja, não tenho traumas quanto a isso.
Só acho que minha trajetória literária deveria um dia me render um convite, mas como nunca fui da Companhia das Letras, nem Objetiva, dificilmente isso irá acontecer e repito, pagar pra ir, esquece.
Agora começa a BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO, já participei várias vezes, da Bienal de SP, RJ, Buenos Aires (Argentina) e outras.
Também só vou como convidado, quando me chamam eu vou, mas esse formato "shopping center", livros aos montes, queima total, não me deixa feliz, não acho bacana, comida ruim, tudo lotado, estacionamento caro, nada me agrada, só vou mesmo a trabalho.
A Feira do Livro que mais me agrada é a de Porto Alegre, porque a programação é nas ruas da cidade.
Enfim, me sinto "diferente" da maioria que faz questão de ir e estar, mas no caso da FLIP, virou uma questão de honra.
É tipo as praias que frequento no Litoral Norte, quem paga caro pra estar nelas, ficam tudo amontoados no meio, perto das entradas, barracas e onde os condomínios montam suas cadeiras, o povo parece que faz questão de ver e serem vistos. Eu prefiro as laterais, quanto menos gente melhor.
Acho que é mesmo um defeito de fabricação.
Mas tô bem assim.
Alessandro Buzo
Profissão: Escritor

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Sarau D´Amelinha, quando o cultural encontra o social.





Amelinha e Buzo

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Ontem (02 Agosto 2018), estive no Sertão de Maresias em São Sebastião-SP, prestigiando e participando do Sarau D´Amelinha e foi bom demais.
Sabe quando o cultural encontra o social, é isso que rola por lá, o foco é entretenimento de qualidade pras crianças da comunidade.
Quanta gente nem sabe que MARESIAS tem periferia, mas periferia é periferia em qualquer lugar.
Fiz um breve bate papo com poesia, participou comigo o Brenalta Mc, protagonista do meu filme: Fui !
Foram várias intervenções e encerramento com a Banda Sr. Bamba.
Muito bom fazer parte de eventos assim, em outubro volto lá pra exibir o Filme: Fui ! no CINEMA NA KOMBI com encerramento do Pocket Show do Sr.BAMBA com as músicas que são a trilha sonora do filme.
Salve Desengarrafando Mentes e todos os envolvidos.
Alessandro Buzo




Renatera (Sr.Bamba) e Buzo



Marilda Borges e Petunia









Sr. Bamba



quarta-feira, 1 de agosto de 2018

SARAU SUBURBANO LITORAL NORTE de casa nova, a partir de agosto será no BAR DA PRAIA em Boiçucanga. Pé na Areia, literalmente.



Buzo, Raisa e Henrique

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Fotos: Evandro Borges
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Bar da Praia é a nova casa do Sarau Suburbano Litoral Norte.. Primeira edição será 14 de agosto, sempre na 2a terça-feira de cada mês. Boiçucanga, São Sebastião-SP.
Agradecemos a Raisa e o Henrique pela parceria.
#SarauSuburbanoLitoralNorte agora é pé na areia, literalmente.
QUEM É DE BOIÇUCANGA e REGIÃO, agenda ai.... 14 de Agosto vai ser nossa estréia na casa nova.





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Programação

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Alessandro Buzo participa do Sarau D´Amelinha no Sertão de Maresias em São Sebastião-SP



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Sarau Suburbano convida Sarau do Burro.

Lançamento dos livros do Selo do Burro, vários autores confirmados.



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Sarau Suburbano com lançamento literário duplo.



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