domingo, 30 de junho de 2019

Literatura (é) a Cura

De ontem pra hoje (30 junho 2019), li o livro: Dente de Leão - A sustentável leveza de ser, do Sacolinha (128 páginas), livro de crônicas.
Eu mesmo nunca lancei um livro só de crônica, em Ruas de Fogo (contos e crônicas), fiz uma tentativa, mas não acho que seja bom nesse estilo literário.
Voltando ao livro do Sacolinha, gostei muito, mostra o que o autor é hoje, acho que sempre foi, mas melhora sempre, o Sacolinha é um cara que admiro por ser verdadeiro, expor seus pensamentos, vontades e tentativas de evolução.
Um cara que tenta prezar pela família, boa alimentação, exercícios físicos e viver fora da bolha, ou seja, viver em vez de apenas sobreviver.
Não somos iguais, mas de certa forma tento também melhorar meus hábitos, também preservo a família, tento me alimentar melhor sem ser radical, exercício físico procuro andar de bike e tento ser verdadeiro sempre, não vivo pra agradar ninguém a todo custo, evito situações que pessoas querem ver e serem vistos, moro numa praia que aos finais de semana o povo se aglomera no meio, as pontas são mais vazias, pra lá que eu vou, a esquerda sempre. TV também, evito programas que não agregam nada, novelas e reallity show´s como BBB e afins.
Mas é com o celular que me vejo como um ET nos dias atuais, não uso, não passo o dia com ele na mão, jamais dirijo olhando pra ele. Meu celular fica com a minha esposa e produtora Marilda, ela que vê as paradas pra mim, quando saio sozinho, geralmente esqueço de pegar com ela, só tenho Whatsapp porque hoje o trabalho obriga, mas não faria questão se não fosse por isso. Enfim, me sinto muito bem de não estar com amigos, grudado na tela, jantando com ele na cara, nada disso. Pode ser que eu seja diferente de todo mundo, mas é essa a intenção, prefiro ser diferente, mesmo que isso possa parecer estranho pro maioria.
Enfim, a leitura de, Dente de Leão - A sustentável leveza de ser, do Sacolinha, me trouxe a chance de pensar sobre esses assuntos, ver que ainda posso evoluir no quesito não ser igual a todo mundo, zelar por coisas que possam parecer pequenas, mas que fazem toda diferença. Faz tempo que abri mão de emprego e optei por viver, em vez de apenas sobreviver.
Optamos, né Sacolinha, parabéns pelo livro.
Buzo



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